Montes Claros: Ocupação de professores em gabinete do prefeito já passa de 24 horas - Rádio TRANSRIO

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Montes Claros: Ocupação de professores em gabinete do prefeito já passa de 24 horas

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Eles manifestam para cobrar o pagamento do salário referente a dezembro de 2018 e rescisões de contrato; prefeitura diz que aguarda decisão judicial para usar verba do Fundeb 2019.

Sem nenhuma proposta de negociação para receberem as rescisões e os salários de dezembro de 2018, professores municipais mantêm manifestação no prédio da prefeitura de Montes Claros; quatro professoras permanecem ocupando uma sala no gabinete do prefeito.

A manifestação iniciou na tarde desta quarta-feira (6) e os professores pleiteiam um acordo com o prefeito Humberto Souto, mas o impasse continua, segundo os docentes. "Ainda nada. Não fomos recebidos e eles não dão nenhuma previsão. Alguns professores estão passando necessidades financeiras, mas eles não demonstram interesse em nos pagar", lamenta a presidente do Sind-Educamoc, Iara Pimentel.

De acordo com a presidente, servidores da prefeitura impediram que os professores que ocupam a sala usassem o banheiro do prédio. "Infelizmente tivemos que fazer xixi nas plantas que estão na sala. Fomos impedidos ontem de sair para usar um banheiro, além de baixarem a temperatura do local para o mínimo possível; aqui a fiação e comandos do ar-condicionado ficam em outra sala. Somente hoje conseguimos ter o direito de usar um banheiro".

O que diz a prefeitura
Em nota, a prefeitura afirmou que não está sendo permitida a entrada de pessoas no gabinete do prefeito, para preservar a integridade física dos manifestantes. A prefeitura afirma que os manifestantes "são livres para saírem quando quiserem". Na nota, a prefeitura alega ainda que o ar-condicionado do prédio funciona sempre na mesma temperatura.

Quanto ao pagamento do salário de dezembro 2018 e as rescisões dos contratos, o município afirma que entrou na Justiça pedindo autorização para quitar os débitos utilizando a verba do Fundeb referente ao ano de 2019, mas o pedido foi negado em primeira instância. A prefeitura recorreu e aguarda nova decisão da Justiça.

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