Boletim divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde aponta 247.602 doentes confirmados e em investigação
Em seis dias, Minas Gerais registrou mais 38.326 casos prováveis de dengue, o que inclui os casos já confirmados e os que estão em investigação. Isso significa que a cada dia 6.387 pessoas chegaram nos hospitais com sintomas da doença. Segundo boletim divulgado nesta segunda-feira (13) pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), em 2019, são 247.602 casos. Na última terça-feira, quando foi feita a última atualização de dados, eram 209.276. Um crescimento de 18% no período.
Até o momento, 38 pessoas morreram vitimadas por dengue. Na semana passada, tinham sido 25. Ou seja, mais 13 pessoas foram a óbito por complicações da doença. Os óbitos confirmados aconteceram em Arcos, Belo Horizonte, Betim, Contagem, Curvelo, Frutal, Ibirité, João Monlevade, Lagoa da Prata, Martinho Campos, Paracatu, Passos, São Gonçalo do Pará, Uberaba, Uberlândia e Unaí. Outras 92 mortes estão em investigação.
Ainda conforme informações da secretaria, desde o dia 7 de abril, 163 municípios estão com alta incidência de dengue. O Estado apresenta uma quantidade de vítimas maior do que as registradas em anos não epidêmicos. Por enquanto, foram registradas epidemias da doença apenas em 2010, 2013 e 2016.
A pasta explica, em nota, que “um registro maior de casos é esperado para este período (meses quentes e chuvosos) devido à sazonalidade da doença. Dessa forma, o Estado está em situação de alerta para esse aumento no número de casos das doenças transmitidas pelo Aedes (dengue, Chikungunya e zika). Os casos das outras doenças não foram divulgados no boletim mais recente.
Cinco meses após o início do ano, três casos de sarampo já foram confirmados em Minas Gerais. O mais recente em Belo Horizonte e os outros dois na região metropolitana. A informação foi confirmada pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), por meio de um boletim epidemiológico divulgado na tarde desta segunda-feira (13).
De janeiro para cá, 109 casos suspeitos foram notificados em 44 municípios de Minas. Destes, 93 foram descartados. Se constatados os 13 casos que estão sob investigação, o número de confirmados chegará a 16. A análise dos casos suspeitos é feita pela Fundação Ezequiel Dias (Funed) e, algumas vezes, passa pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Histórico
O primeiro caso foi registrado no Estado no início do ano. A pessoa contaminada era um italiano que vive em Betim. Entre dezembro de 2018 e janeiro deste ano, ele esteve na Croácia e na Itália e, por isso, o caso é considerado como "importado". Inclusive, Europa e África têm os países que registram o maior número de casos de sarampo.
Após a identificação da doença, o homem foi hospitalizado e foi realizado o bloqueio vacinal na região em que ele mora.
O segundo caso confirmado envolvia um homem de 25 anos, residente em Contagem. Ele esteve em Pernambuco em fevereiro deste ano e não apresentou à Secretaria um comprovante de vacinação.
O homem foi atendido na UPA de Belo Horizonte e hospitalizado com suspeita de dengue. Em seguida, também foi realizado o bloqueio vacinal nas pessoas que tiveram contato com ele durante o período de transmissão do vírus.
O terceiro caso, mais recente, foi de uma menina de 13 anos, portadora de Lúpus, que vive em Belo Horizonte. Ela esteve em Porto Seguro, na Bahia, e na cidade de Almenara. A família da adolescente procurou atendimento para ela no dia 17 de fevereiro, ela foi hospitalizada em isolamento.
A Secretaria realizou o bloqueio vacinal dos familiares da menina e dos funcionários da UPA onde ocorreu o atendimento. Medida comumente adotada após a confirmação de um caso de sarampo, o bloqueio deve ocorrer no prazo máximo de 72 horas após a notificação do caso. Pessoas que tiveram contato com o contaminado, devem ser vacinadas.
O que é sarampo e quais os sintomas?
O sarampo é uma doença viral, grave e altamente contagiosa, muito comum na infância. De acordo com a SES-MG, os principais sintomas são febre, manchas avermelhadas pelo corpo, tosse, rinite aguda, conjuntivite, fotofobia e o aparecimento de pequenos pontos esbranquiçados na mucosa oral.
A transmissão ocorre de pessoa para pessoa por meio de secreções presentes na fala, tosse, espirros ou até na respiração.
Em 2016, o Brasil recebeu um certificado de eliminação da circulação do vírus que provoca o sarampo. No entanto, em 2018, o país enfrentou a reintrodução do vírus e 11 estados sofreram surtos de sarampo.
A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais informou o imenso fluxo migratório de venezuelanos para o país é um dos fatores para a chegada da doença no Brasil e em outros países sul-americanos de fevereiro de 2018 para cá.
Cinco meses após o início do ano, três casos de sarampo já foram confirmados em Minas Gerais. O mais recente em Belo Horizonte e os outros dois na região metropolitana. A informação foi confirmada pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), por meio de um boletim epidemiológico divulgado na tarde desta segunda-feira (13).
De janeiro para cá, 109 casos suspeitos foram notificados em 44 municípios de Minas. Destes, 93 foram descartados. Se constatados os 13 casos que estão sob investigação, o número de confirmados chegará a 16. A análise dos casos suspeitos é feita pela Fundação Ezequiel Dias (Funed) e, algumas vezes, passa pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Histórico
O primeiro caso foi registrado no Estado no início do ano. A pessoa contaminada era um italiano que vive em Betim. Entre dezembro de 2018 e janeiro deste ano, ele esteve na Croácia e na Itália e, por isso, o caso é considerado como "importado". Inclusive, Europa e África têm os países que registram o maior número de casos de sarampo.
Após a identificação da doença, o homem foi hospitalizado e foi realizado o bloqueio vacinal na região em que ele mora.
O segundo caso confirmado envolvia um homem de 25 anos, residente em Contagem. Ele esteve em Pernambuco em fevereiro deste ano e não apresentou à Secretaria um comprovante de vacinação.
O homem foi atendido na UPA de Belo Horizonte e hospitalizado com suspeita de dengue. Em seguida, também foi realizado o bloqueio vacinal nas pessoas que tiveram contato com ele durante o período de transmissão do vírus.
O terceiro caso, mais recente, foi de uma menina de 13 anos, portadora de Lúpus, que vive em Belo Horizonte. Ela esteve em Porto Seguro, na Bahia, e na cidade de Almenara. A família da adolescente procurou atendimento para ela no dia 17 de fevereiro, ela foi hospitalizada em isolamento.
A Secretaria realizou o bloqueio vacinal dos familiares da menina e dos funcionários da UPA onde ocorreu o atendimento. Medida comumente adotada após a confirmação de um caso de sarampo, o bloqueio deve ocorrer no prazo máximo de 72 horas após a notificação do caso. Pessoas que tiveram contato com o contaminado, devem ser vacinadas.
O que é sarampo e quais os sintomas?
O sarampo é uma doença viral, grave e altamente contagiosa, muito comum na infância. De acordo com a SES-MG, os principais sintomas são febre, manchas avermelhadas pelo corpo, tosse, rinite aguda, conjuntivite, fotofobia e o aparecimento de pequenos pontos esbranquiçados na mucosa oral.
A transmissão ocorre de pessoa para pessoa por meio de secreções presentes na fala, tosse, espirros ou até na respiração.
Em 2016, o Brasil recebeu um certificado de eliminação da circulação do vírus que provoca o sarampo. No entanto, em 2018, o país enfrentou a reintrodução do vírus e 11 estados sofreram surtos de sarampo.
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Em uma semana, MG tem mais de 6.000 casos investigados de dengue por dia
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